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28/08/2017
Simesp, em parceria com a Lifetime, realiza primeiro workshop sobre investimentos para médicos
 

SIMESP
“Aprender a investir é conseguir construir uma qualidade de vida melhor e ter nas mãos o seu destino”, acredita Gerson Salvador, secretário de comunicação do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp). Salvador abriu, na noite de 22 de agosto, o workshop “Investimentos para Médicos - Sua saúde financeira tratada por especialistas”. A iniciativa é uma parceria do Sindicato com a Lifetime, empresa que orienta os seus clientes a como, onde e quanto investir, de acordo com as necessidades e possibilidades de cada um. 

Salvador lembrou que a crise econômica e as mudanças no próprio mercado de trabalho transformam o investimento em variados tipos de aplicações financeiras em algo urgente. Afinal, a precarização do trabalho tem reduzido salários e o pleno emprego. Outrora uma garantia de renda constante para os médicos, já não é uma realidade. “Além de fazer essa disputa nas negociações coletivas, a gente precisa oferecer aos médicos a melhor maneira possível de proteger o seu patrimônio”.

“As melhores opções de investimentos estão fora dos bancos”, garante Marcello Popoff, diretor e sócio-fundador da Lifetime. Ele explica que nos bancos tradicionais, via de regra, as taxas cobradas dos clientes são maiores, pois essas instituições possuem um volume enorme de recursos e clientes. Um setor fortemente concentrado, como é o bancário, é um desestímulo a qualquer revisão dessas taxas. O que, ao longo do tempo, faz com que o cliente tenha um retorno menor do que teria para a mesma aplicação financeira se ela fosse administrada por empresas de investimentos que prestam o mesmo tipo de serviço e, tradicionalmente, cobram taxas menores.

Para os mais reticentes, que temem transferir parte dos recursos de bancos nos quais confiam para empresas desse tipo, Popoff lembra do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Esse fundo, como o nome indica, garante os recursos de correntistas e investidores das institições financeiras do país em caso de falência. O FGC garante até 250 mil reais, por pessoa, para cada instituição financeira. Por essa razão, é interessante, para quem tem valores investidos acima disso, dividir suas aplicações por mais de uma instituição. “Você tem que planejar não apenas uma carteira de investimentos, mas de seguros”, defendeu Marcello Popoff. “A expectativa de vida está maior”, lembrou. “Felizmente”, ressaltou. “Mas, infelizmente, a gente vai precisar se planejar mais”, concluiu Popoff.

“A gente tem que se preocupar com a questão da previdência”, concordou Alexandre de Mattos Carvalho, superintedente comercial da Icatu Seguros. Em sua apresentação, ele introduziu os médicos presentes aos planos, formas de pagamento (o que influencia na maneira como os recursos serão tributados) e em como resgatar esse dinheiro no futuro (em pagamento único ou em uma renda por prazo certo, por exemplo).

O superintendente comercial da Icatu Seguros lembrou da importância de diversificar os investimentos e ainda fez críticas aos planos do governo Temer para a área da previdência. “Se nós formos avaliar, eu acho um tanto difícil no Brasil hoje nós falarmos que uma pessoa vai se aposentar com 65 anos de idade e ter 25 anos de trabalho”, avaliou.

Além disso, Carvalho acrescenta que, para ter a aposentadoria integral na proposta original do governo, o beneficiário precisaria ter 49 anos de contribuição, o que, em sua opinião, praticamente inviabiliza que a pessoa possa vir a usufruir da sua aposentadoria. “Eu fico imaginando. Eu tenho 22 anos de trabalho. 65/49, quem sabe. Se eu não morrer, né”, brincou. Carvalho comparou a proposta do governo, para a área de previdência, com a de outros países. No Japão, a regra, para pedir a aposentadoria, é ter, no mínimo, 65 anos de idade com 25 de contribuição (65/25). Mas ele ressaltou que a expectativa dos japoneses é muito superior à nossa. Ele ainda citou outros países e suas regras: Turquia (65/19), México (65/24), EUA (67/10) e Alemanha (67/5). “Como aproveitar o momento político e econômico em seus investimentos”. Esse foi o título da apresentação de Marcos Saravalle, analista da XP, empresa de assessoria de investimentos. “O Brasil ainda tem juros reais altos”, disse.

Para Saravalle, no entanto, a tendência é de queda dos juros nos próximos anos. Por isso, o retorno dos investimentos financeiros tende a diminuir gradualmente. Daí, para garantir uma boa margem de lucro, a opção seria transferir parte dos seus recursos para instituições financeiras com taxas menores de administração, como falado no início por Popoff, sócio-fundador da Lifetime. “A gente precisa ter um pouco de cautela, ser um pouco conservador. É um momento de crise, que traz riscos, mas também traz oportunidades”, avalia Saravalle.



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Gerson Salvador abre o workshop

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